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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

DEPRESSAO PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER

DEPRESSAO PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER


DEPRESSAO PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER


DEPRESSAO PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER


DEPRESSAO PARA IVAN EVALDO KUSSLER - IVAM EVALDO KUSSLER

DEPRESSÃO
Dizes que sofres angústias
Até mesmo quando em casa,
Que a tua dor extravasa
Nas cinzas da depressão.
Que não suportas a vida,
Nem te desgarras do tédio,
O fantasma, em cujo assédio
Afirma que tudo é vão.

Perto da rua em que moras
Há uma viúva esquecida,
Guarda o avô quase sem vida
E três filhinhos no lar;
Doente, serve em hotel,
Trabalha na rouparia.
Busca o pão de cada dia,
Sem tempo para chorar.

Não longe triste mulher,
Num cubículo apertado,
Chora o esposo assassinado
Que era guarda de armazém...
Tem dois filhinhos de colo.
Por enquanto, ainda não sabe
O que deve fazer da existência.
Espera pela assistência
Dos que trabalham no bem.

Um paralítico cego,
Numa esteira de barbante,
Implora mais adiante
Quem lhe dê água a beber...
Ninguém atende...
Ele grita,
Na penúria que o consome,
Tem sede e febre, tem fome,
Sobretudo quer morrer.

Depressão?
Alma querida,
Se tens apenas tristeza,
Se te sentes indefesa,
Contra a mágoa e dissabor,
Sai de ti mesma e auxilia
Aos que mais sofrem na estrada.
A depressão é curada
Pelo trabalho do amor.




Autor Espiritual :
Maria Dolores Psicografada por: Chico Xavier

terça-feira, 25 de setembro de 2012

biografia josé regio - veja Ivan Evaldo Kussler Ivam

biografia josé regio biografia josé regio

veja Ivan Evaldo Kussler Ivam evaldo kussler


Biografia José Régio, de seu verdadeiro nome José Maria dos Reis Pereira, nasce em Vila do Conde, a 17 de Setembro de 1901. Data de 1925 o livro que assinala a sua revelação como poeta, perante o público e a crítica: "Poemas de Deus e do Diabo". Em 1926 forma-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, iniciando uma longa carreira como professor no Porto, no liceu Alexandre Herculano. Em 1928, fixa-se em Portalegre, passando aí a leccionar no liceu Mouzinho de Albuquerque, onde se manterá ao serviço durante mais de trinta anos. Em 1927, juntamente com João Gaspar Simões e Branquinho da Fonseca, funda a revista "Presença", de que é colaborador assíduo.Como poeta publicará diversas obras de relevo, como "Fado" (1941), "Mas Deus É Grande" (1945) ou "Cântico Suspenso" (1968). Mas, além da sua consagração entre os principais poetas portugueses contemporâneos, José Régio irá revelar-se ainda como romancista, novelista, ensaísta e dramaturgo, assinando obras de relevo como "Jogo da Cabra Cega (1934), "A Velha Casa" (com cinco volumes, escritos de 1945 a 1966), "Benilde ou a Virgem-Mãe" (escrito em 1947 e adaptado mais tarde ao cinema por Manoel de Oliveira) ou "A Salvação do Mundo" (1955). Morre na mesma terra onde nascera, Vila do Conde, a 22 de Dezembro de 1969. A título póstumo, é-lhe atribuído em 1970 o Prémio Nacional de Poesia pelo conjunto da sua obra poética. Em 1984, o 15 aniversário da sua morte é assinalado com diversas homenagens pelo país. Em Portalegre e Vila do Conde, as casas onde viveu são hoje museus com o seu nome. "In Público Magazine" http://www.terravista.pt/bilene/1380/ilustres.htm Página da cidade de Vila do Conde "José Maria dos Reis Pereira, o futuro José Régio, nasceu em Vila do Conde a 17 de Setembro de 1901 e nesta cidade faleceu a 22 de dezembro de 1969. Filho segundo do casal José Maria Pereira Sobrinho e sua mulher Maria da Conceição Reis, iniciou a Escola Primária, na Meia-Laranja, em 1908, concluindo o ensino primário em 19 de Agosto de 1913, ano em que ingressa no célebre Instituto Secundário, fundado e dirigido pelo padre José Praça, fazendo os exames respectivos no Liceu Rodrigues de Freitas. A 6 de Novembro de 1920 matriculou-se na Universidade de Coimbra, na Faculdade de Letras, instalando-se numa casa da Rua das Flores, nº 37, onde estavam outros conterrâneos, a quem «uma velhota de olhos esbugalhados cobrava o preço da pensão, contando num caderno, um a um, os ovos que lá apontava e que haviam comido «a mais» durante o mês». Rapidamente integrado no ambiente coimbrão e nas tertúlias literárias (é em Dezembro de 1921 que pela primeira vez assina JOSÉ RÉGIO) começa a desenvolver uma intensa actividade literária, com colaboração em revistas de Coimbra e não só. Em 1925 termina o curso de Românicas, com a apresentação da tese de licenciatura: «As correntes e as individualidades na moderna poesia portuguesa». Neste mesmo ano publica o seu primeiro livro: «Poemas de Deus e do Diabo» a que a crítica da época não dedica grande atenção. Em 1927 com João Gaspar Simões e Branquinho da Fonseca, funda a revista «presença - folha de arte e crítica», cujo primeiro número viu a luz do dia a 10 de Março. No ano escolar de 1928-29, leccionou no Liceu Alexandre Herculano, do Porto, não sendo um professor muito assíduo, diga-se de passagem e onde se relacionou com o amigo e desamigo José Marinho. Em 1929 é colocado no Liceu Nacional de Portalegre, de que hoje é patrono, onde exerceu o magistério durante mais de trinta anos. Na «cidade do Alto Alentejo, cercada de serras, ventos penhascos, oliveiras e sobreiros...» José Régio escreveu a maior parte da sua obra, ao mesmo tempo que se dedicava nas deambulações por montes e veredas a arrecadar, para colecção, velharias de toda a espécie, com as quais encheu a sua casa da «Boavista», sobrando ainda para a de Vila do Conde. Régio escrevendo a Jorge de Sena, havia de confessar: «...não sei que estranho feitiço me prende a isto...», referindo-se à cidade que o acolhera. Reformado do ensino em 1962, voltaria para a sua cidade natal - Vila do Conde - onde vinha nas férias escolares para se reunir com a família que sempre tanto amou e com os amigos daqui e da Póvoa de Varzim, onde também os tinha e bons. Sete anos depois de reformado, continuando com grande intensidade a sua vida literária onde foi grande em todos os géneros que cultivou - Romance, Teatro, Novela, Conto, Crítica, Jornalismo, Ensaio, Poesia, faleceu no dia frio de 22 de Dezembro de 1969. Os sinos da Igreja Matriz, aonde bebé de onze dias foi baptizado, dobraram a finados e a triste e dolorosa nova correu por toda a urbe: Morreu José Régio. Hoje, ao recordarmos os 25 anos do seu falecimento, queremos que a celebração seja entendida como um hino de glória à vida de um dos mais altos expoentes da Literatura Portuguesa de sempre." "In «José Régio - Biografia Breve», de A. Monteiro dos Santos, Novembro de 1994". http://www.e-net.com.br/seges/jos.html Jornal de Poesia Pseudônimo literário de José Maria dos Reis Pereira. Nasceu em Vila do Conde, em 1901 e nessa mesma vila faleceu em 1969. Livros de poesia: Poemas de Deus e do Diabo" 1925; Biografia, 1929; As Encruzilhadas de Deus, 1936; Fado, 1941; Mas Deus é grande, 1945; A chaga do Lado, 1954; Filho do Homem, 1961; e Cântico Suspenso, 1968. Outras publicações: Jogo da Cabra-Cega, 1934, e O Príncipe com Orelhas de Burro, 1942; novelas Histórias de Mulheres, 1946 e Há Mais Mundos, 1962, bem como da importante e incompleta "soma" romanesca intitulada A Velha Casa (Uma Gota de Sangue, 1945, As Raízes do Futuro, 1947; Os Avisos do Destino, 1953; As Monstruosidades Vulgares, 1960; Vidas são Vidas, 1966). Da sua atividade de dramaturgo salientam-se, por outro lado, as peças Jacob e o Anjo, 1940; Benilde ou a Virgem-Mãe, 1947; El-Rei Sebastião, 1949; e Três Peças em Um Acto, 1957, Finalmente, como ensaísta, Ensaios de Interpretação Crítica, 1964 e Três Ensaios sobre Arte, 1967.

fonte: http://joseregio.blogspot.com/2004/07/biografia.html

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Machado de Assis aprecie IVAN EVALDO KUSSLER IVAM

Machado de Assis aprecie IVAN EVALDO KUSSLER IVAM



Círculo Vicioso
(Machado de Assis)

Bailando no ar, gemia inquieto vagalume: "Quem me dera que eu fosse aquela loira estrela Que arde no eterno azul, como uma eterna vela!" Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme: "Pudesse eu copiar-te o transparente lume, Que, da grega coluna à gótica janela, Contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela" Mas a lua, fitando o sol com azedume: "Mísera! Tivesse eu aquela enorme, aquela Claridade imortal, que toda a luz resume"! Mas o sol, inclinando a rútila capela: Pesa-me esta brilhante auréola de nume... Enfara-me esta luz e desmedida umbela... Por que não nasci eu um simples vagalume?"...

FONTE: http://www.mensagenscomamor.com/poemas-e-poesias/poemas_de_machado_de_assis.htm

sábado, 22 de setembro de 2012

FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER

FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER

FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER

FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER

FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER


Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos.
Denis Diderot
"Quando eu lembro do estalar do chicote, meu sangue corre gelado, lembro do navio de escravos, quando brutalizavam a minha alma"
Bob Marley
"Torna-se escravo o senhor que teme aqueles a quem governa."
Publílio Siro


FONTE: http://criancagenial.blogspot.com.br/2009/05/frases-sobre-escravidao.html









FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER
FRASES DE MARCO PARA IVAM EVALDO KUSSLER IVAN EVALDO KUSSLER

terça-feira, 18 de setembro de 2012

quinto poema de marta Medeiros para IVAM EVALDO KUSSLER IVAN KUSSLER

quinto poema de marta Medeiros para IVAM EVALDO KUSSLER IVAN KUSSLER


Quinto poema de Martha Medeiros



Eu triste sou calada
Eu brava sou estúpida
Eu lúcida sou chata
Eu gata sou esperta
Eu cega sou vidente
Eu carente sou insana
Eu malandra sou fresca
Eu seca sou vazia
Eu fria sou distante
Eu quente sou oleosa
Eu prosa sou tantas
Eu santa sou gelada
Eu salgada sou crua
Eu pura sou tentada
Eu sentada sou alta
Eu jovem sou donzela
Eu bela sou fútil
Eu útil sou boa
Eu à toa sou tua.


Martha Medeiros
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quinta-feira, 14 de junho de 2012

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